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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pregando a Cristo

R. C. Sproul
A RESTAURAÇÃO DA IMAGEM DE DEUS NO HOMEM

Filipenses 1:6  Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.

O nosso proposito diante  do desafio das inúmeras pessoas perdidas e escravizadas pelo maligno através de uma vida pecaminosa na qual vivem não se encerra  em apenas anunciarmos o evangelho. Na verdade, esse  anuncio  é para que um projeto glorioso se inicie nas suas vidas, o qual só se encera com o maravilhoso encontro com cristo.

Fonte: Palavra Viva – Editora Cultura Cristã  


sábado, 25 de janeiro de 2014

Por Humberto Xavier Rodrigues
29/01

Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. 1 Coríntios 2:2

E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria... Eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. Todavia falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam; mas falamos a sabedora de Deus em mistério, outrora oculta. 1 Coríntios 2:1,3-7.
Antes mesmo do apóstolo Paulo manifestar a sua decisão de não pregar outra mensagem a não ser a Jesus Cristo, e este crucificado, ele faz saber aos crentes de Corinto e a “todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus”, que o propósito para o qual foram chamados, já tinha sido revelado: Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. 1 Coríntios 1:9.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Romanos 10:14  Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?


   Convicção a Respeito de Deus.


Do Livro Eu creio na Pregação de John Stott

O tipo de Deus em quem cremos determina o tipo de sermão que pregamos. Três afirmações a respeito de Deus são especialmente relevantes: Deus é luz; Deus tem agido e Deus tem falado.
Deus é luz: I João 1:5 – Deus é manifesto e não secretivo, e que se deleita em ser conhecido. Podemos dizer, portanto, que assim como brilhar é da natureza da luz, também é da natureza de Deus revelar-se. A razão principal porque as pessoas não conhecem a Deus não é porque ele se oculta delas, mas porque elas se escondem dele.


Cada pregador precisa do forte encorajamento que essa certeza oferece. Sentadas diante de nós na congregação, há pessoas nas mais variadas  condições: algumas alienadas de Deus, outras perplexas e desnorteadas pelos mistérios da existência humana, ao passo que ainda outras estão envoltas na noite escura da dúvida e da incredulidade. Precisamos Ter a certeza, quando falamos com elas, de que Deus é luz e que deseja fazer raiar a sua luz dissipando as trevas que há dentro delas (II Cor. 4:4-6).

Hernandes Dias Lopes

Sem piedade o pregador torna-se um hipócrita. Sem santidade o pregador torna-se um perigo para a igreja. Como pode um pregador chamar o povo ao arrependimento se ele mesmo está vivendo em pecado? Como pode ele levantar-se no púlpito e exortar o povo de Deus se ele mesmo não obedece a Deus? 

Por Hernandes Dias Lopes

A pregação é a mais importante tarefa do pregador. A pregação não é uma opção, mas uma ordem divina, um compromisso imperativo, uma urgente necessidade.Deus decidiu salvar os pecadores pela loucura da pregação. Ela é o principal instrumento usado pelo Espírito Santo para trazer pessoas à fé cristã. Sempre que a igreja alcançou grandes multidões para Jesus, a pregação desfrutou de alta reputação.